corner
Healthy Skepticism
Join us to help reduce harm from misleading health information.
Increase font size   Decrease font size   Print-friendly view   Print
Register Log in

Healthy Skepticism Library item: 14822

Warning: This library includes all items relevant to health product marketing that we are aware of regardless of quality. Often we do not agree with all or part of the contents.

 

Publication type: news

Anvisa aprova restrições para propagandas de medicamentos
JC OnLine (Recife, Brasil) 2008 Dec 18
http://jc.uol.com.br/2008/12/18/not_187695.php


Full text:

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou novas restrições à propaganda de medicamentos. O anúncio foi feito pelo presidente da agência reguladora, Dirceu Raposo de Mello, e pelo ministro da saúde, José Gomes Temporão.

A resolução, que aperfeiçoa as exigências da RDC 102/00 [nome comercial, número de registro e a advertência “Ao persistirem os sintomas o médico deverá ser consultado”], deve ser publicada nesta quinta-feira (18) e entra em vigor em seis meses.

Aprovada pela Anvisa, a resolução prevê restrições à distribuição de amostras grátis e determina a veiculação de mensagens de advertência específicas para cada substância em rádio, televisão e meios de comunicação impressos.

As propagandas e publicidades vão trazer os termos técnicos escritos de forma a facilitar a compreensão do público. As referências bibliográficas citadas deverão estar disponíveis no Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC). A resolução proíbe também imperativos como “tome”, “use” ou “experimente”.

O presidente da Anvisa, Dirceu Raposo de Mello, afirmou que uma das inovações é a questão de “celebridades”. “Artistas, jogadores de futebol e outros famosos que aparecerem em uma peça publicitária não poderão recomendar o uso de medicamento, nem sugerir que façam uso dele. Podem participar da propaganda, mas não podem induzir o paciente a uso por conta de uma experiência particular imprópria”, disse.

Segundo o presidente da Anvisa, a regra está estabelecida e deve ser cumprida, em de 180 dias, de uma maneira geral para todos os requisitos da norma e, 360 dias, para adequação das amostras grátis. “As punições são todas previstas em lei, desde uma advertência na retirada da propaganda e sanções pecuniárias”, afirmou.

Dirceu Raposo disse ainda que um avanço importante foi o disciplinamento de amostras grátis para tratamento especiais. “No caso de antibióticos, devem ser fornecidas integralmente e, no caso de doenças que o medicamento tenha uso contínuo, a apresentação da caixa inteira. A Anvisa autoriza tratamentos a cada 30 dias”, informou.

De acordo com ele, toda intoxicação que ocorrer por uso inadequado, uso irracional, indução inadequada feita por qualquer mecanismo seja pelo profissional ou pela propaganda deve ser combatida.

“Não admitimos que nenhuma paciente no Brasil seja vítima do uso incorreto do medicamento por qualquer tipo de indução. Todo medicamento provoca intoxicação, o fato é saber quais foram em que o paciente necessitava do produto e teve a intoxicação”, afirmou.

Fonte: Agência Brasil

 

  Healthy Skepticism on RSS   Healthy Skepticism on Facebook   Healthy Skepticism on Twitter

Please
Click to Register

(read more)

then
Click to Log in
for free access to more features of this website.

Forgot your username or password?

You are invited to
apply for membership
of Healthy Skepticism,
if you support our aims.

Pay a subscription

Support our work with a donation

Buy Healthy Skepticism T Shirts


If there is something you don't like, please tell us. If you like our work, please tell others.

Email a Friend








Far too large a section of the treatment of disease is to-day controlled by the big manufacturing pharmacists, who have enslaved us in a plausible pseudo-science...
The blind faith which some men have in medicines illustrates too often the greatest of all human capacities - the capacity for self deception...
Some one will say, Is this all your science has to tell us? Is this the outcome of decades of good clinical work, of patient study of the disease, of anxious trial in such good faith of so many drugs? Give us back the childlike trust of the fathers in antimony and in the lancet rather than this cold nihilism. Not at all! Let us accept the truth, however unpleasant it may be, and with the death rate staring us in the face, let us not be deceived with vain fancies...
we need a stern, iconoclastic spirit which leads, not to nihilism, but to an active skepticism - not the passive skepticism, born of despair, but the active skepticism born of a knowledge that recognizes its limitations and knows full well that only in this attitude of mind can true progress be made.
- William Osler 1909