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Healthy Skepticism Library item: 1556

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Publication type: report

Agencia Nacional
Especialistas criticam propagandas de medicamentos
: Agencia Nacional de Vigilancia Saitaria 2005 Apr 6
http://www.anvisa.gov.br/divulga/noticias/2005/060405_6.htm


Abstract:

O significado dos medicamentos nos dias atuais foi alvo de debates entre os especialistas que se encontram em Brasília para o Seminário Internacional de Propaganda de Medicamentos. A conclusão é que boa parte dos medicamentos estão sendo consumidos como “pílulas de saúde” e não como substâncias feitas para corrigir problemas. Para o representante do Ministério da Saúde, Norberto Reich, a propaganda de medicamentos vende os seus produtos como soluções rápidas para problemas que ainda estão por vir. Um exemplo é o fato de que o Brasil é um dos maiores consumidores de polivitamínicos do

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mundo e em nenhum momento a publicidade diz que a boa alimentação e a atividade física são até mais importantes que a ingestão de vitaminas industrializadas.

O representante da organização não-governamental australiana Healthy Skepticism, Peter Mansfield, apresentou o trabalho feito com médicos do seu país para não torná-los vulneráveis às estratégias de marketing. Peter afirma que a maior parte dos médicos se considera fora do alcance do marketing das empresas. Ele manifesta, entretanto, preocupação. “Qualquer um, mesmo muito inteligente, pode cometer erros se for abastecido com informações erradas”, disse Peter se referindo ao material que os profissionais de saúde recebem diariamente das indústrias.

A venda de medicamentos pela internet também preocupa os especialistas da área. De acordo com a diretora de farmácia da Universidade de São Paulo (USP), Terezinha de Jesus Andreoli, é muito clara a mudança de foco da propaganda, que passou a tratar os medicamentos como mercadorias de promoção do bem-estar. Segundo Terezinha, essa imagem está sendo reforçada pelos sites que oferecem medicamentos sem nenhum tipo de burocracia. A representante do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça, Patrícia Galdino, lembra que o Código de Defesa do Consumidor já protege a população da publicidade de produtos que possam trazer qualquer perigo à saúde. No Brasil os medicamentos são o principal motivo de intoxicações. Um dos motivos é a crença das pessoas de que este tipo de produto não faz mal.

O representante do Ministério Público do Distrito Federal, Diaulas Ribeiro, defende um trabalho centrado na contrapublicidade, educação e cultura. Para o promotor, a liberdade da internet torna o trabalho de fiscalização e fechamento de sites uma tarefa muito difícil. Ele considera a mudança de comportamento do público uma alternativa melhor.

O Seminário Internacional de Propaganda de Medicamentos, que está sendo realizado no Carlton Hotel, termina nesta quinta-feira.

 

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Far too large a section of the treatment of disease is to-day controlled by the big manufacturing pharmacists, who have enslaved us in a plausible pseudo-science...
The blind faith which some men have in medicines illustrates too often the greatest of all human capacities - the capacity for self deception...
Some one will say, Is this all your science has to tell us? Is this the outcome of decades of good clinical work, of patient study of the disease, of anxious trial in such good faith of so many drugs? Give us back the childlike trust of the fathers in antimony and in the lancet rather than this cold nihilism. Not at all! Let us accept the truth, however unpleasant it may be, and with the death rate staring us in the face, let us not be deceived with vain fancies...
we need a stern, iconoclastic spirit which leads, not to nihilism, but to an active skepticism - not the passive skepticism, born of despair, but the active skepticism born of a knowledge that recognizes its limitations and knows full well that only in this attitude of mind can true progress be made.
- William Osler 1909