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Polí­ticas Farmacêuticas: a Serviçodos Interesses da Saúde?

By José Augusto Cabral Barros
2004

A harmonização no plano internacional


Como forma de incrementar a eficácia e eficiência dos seus recursos, tanto humanos, como técnico-financeiros, diversos países e regiões passaram a traçar estratégias comuns com vistas a otimizá-los a partir da contribuição de cada um. Esta é a motivação que se encontra na base do surgimento da UE, Grupo Andino, Mercosur, Mercado Comum Centro-Americano, Caricom, etc. Pretendendo atuar como estratégias sub-regionais de desenvolvimento, a integração mencionada se propõe a antecipar-se aos processos globais de abertura econômica e/ou de liberalização no plano econômico internacional, quase sempre mais lentos e a serviço dos paìses centrais. Tal
como opina Arango, “estas estrategias de desarrollo común y de intercambios generalizados también alcanzan al sector salud, tanto en lo que se refiere a los servicios como, sobre todo, a los productos inherentes al sector. Los medicamentos no pueden por menos dejar de estar profundamente marcados por la internacionalizacion de las economías y por los procesos de integración sub-regional y regional” (Arango, 1997). Menos que enfraquecer as instituições
específicas, como as responsáveis pelo registro sanitário, a pretensão é modernizá-las para que sejam capazes de processar toda a informação disponível, avaliá-la e utilizá-la da forma mais ágil possível, institucionalizando, ademais, canais eficientes de intercâmbio de informação, sistemas
modernos de administração e gerência, assim como alternativas adequadas de financiamento (Arango, 1997).

 

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A harmonização no seio do Grupo Andino

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A contribuição da OMS nas atividades de harmonização

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Cases of wilful misrepresentation are a rarity in medical advertising. For every advertisement in which nonexistent doctors are called on to testify or deliberately irrelevant references are bunched up in [fine print], you will find a hundred or more whose greatest offenses are unquestioning enthusiasm and the skill to communicate it.

The best defence the physician can muster against this kind of advertising is a healthy skepticism and a willingness, not always apparent in the past, to do his homework. He must cultivate a flair for spotting the logical loophole, the invalid clinical trial, the unreliable or meaningless testimonial, the unneeded improvement and the unlikely claim. Above all, he must develop greater resistance to the lure of the fashionable and the new.
- Pierre R. Garai (advertising executive) 1963